Luto e promessas de igualdade de condições na abertura da F1 2019

Morte de Charlie Whiting, diretor de corridas da categoria, surpreendeu a todos e quebrou clima de felicidade para a primeira prova do Mundial. Hamilton e Vettel repetiram os discursos e prometeram briga mesmo com os seus companheiros de equipe

André Avelar, São Paulo

A conhecida alegria do GP da Austrália foi quebrada com a surpreendente morte de Charlie Whiting. Diretor de corridas da F1, o britânico era muito querido dos pilotos que, claro, comentaram a perda às vésperas da abertura da temporada 2019. As principais declarações estão reunidas na ‘Coletiva' do GRANDE PREMIUM desta sexta-feira (15).

Ainda tentando lidar com o luto pelo anúncio da morte repentina, os pilotos trataram de comentar suas expectativas pela abertura da temporada. Entre os principais postulantes ao título, Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, de novo eles, os dois prometeram estranhas igualdades de condições com seus companheiros de equipe Valtteri Bottas e Charles Leclerc, respectivamente na Mercedes e na Ferrari.

 

Um tanto mais relaxado apesar da saída da Red Bull e ida para a Renault, Daniel Ricciardo manteve o bom humor e o largo sorrisão no rosto. Diante da sua torcida, o australiano disse que tratou de relaxar nos últimos meses e até se deu ao direito de ‘tomar uma com os amigos’.

De volta definitivamente à F1, Robert Kubica mostrou que continua com a língua afiada em um tema que dividiu a cabeça dos pilotos. O polonês, um dos melhores de sua geração, jogou o politicamente correto de lado e disse que não se importa com o ponto extra ao mais rápido da corrida desde que esse esteja entre os dez primeiros colocados.

 

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