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Histórias de Interlagos: Estreia do barulho

Em 1999, o leitor do GRANDE PRÊMIO Túlio Marcos Ferreira acompanhou seu primeiro GP do Brasil. Entre uma batida em sua frente e o abandono de Rubens Barrichello na 100ª corrida da carreira, guardou memórias que ainda seguem fortes

Lar do automobilismo brasileiro como nenhum outro lugar, Interlagos tem certamente sua cota de momentos marcantes que saltam aos olhos e lembranças dos fãs em várias na categorias, seja na F1, na Stock Car, ou em tantos outros certames já disputados no traçado ao longo de mais de 70 anos de história. O circuito irá receber o GP do Brasil de F1 pela 35ª vez na história no fim de semana dos dias 10 a 12 de novembro.

E enquanto espera um novo evento com a expectativa de que seja memorável, o GRANDE PREMIUM conta mais uma história vivida dentro de Interlagos. Com a voz, Túlio Marcos Ferreira, oriundo de Uberlândia, leitor do GRANDE PRÊMIO e membro da Scuderia GP compartilhou as memórias da estreia dele como espectador no autódromo paulista.

No agora já longínquo 1999, século e milênio passados, o GP do Brasil foi a segunda etapa do campeonato. Na 100ª corrida da carreira, Rubens Barrichello se aproximava de um pódio com a Stewart até o motor Ford falhar. Na outra parte do grid, Stéphane Sarrazin fez sua estreia pela Minardi e completou um combo rodada/batida bem na frente de Túlio. No fim, foram Mika Häkkinen e a McLaren que venceram a prova. Túlio saiu impressionado sobretudo com o alto barulho dos carros da categoria.

"A minha primeira vez em 1999. Lembro exatamente de todos detalhes daquela corrida e de como o público comemorou o terceiro lugar do Rubens Barrichello na classificação – e essa também foi a única corrida do Stéphane Sarrazin na F1. O cara bateu bem na minha frente!", contou.

"Acho que o que mais chamou atenção foi o barulho dos motores. Era muito impressionante, como eu fiquei no setor A dava bem para sentir a velocidade dos carros. Aquele GP ficou marcado pelo bom desempenho do Barrichello e da Stewart, e tive a felicidade de ver a vibração da torcida com o desempenho nos treinos e a liderança no início da corrida. O Rubens seria facilmente o terceiro lugar", recordou Túlio. 

"Quanto à batida do Sarrazin foi incrível, graças a Deus não teve nada com ele, mas foi bem assustador, me lembro da fumaça e cheiro da borracha dos pneus. Depois da batida o carro continuou acelerando", lembrou o leitor.

(Rubens Barrichello deu azar no GP do Brasil de 1999 (Foto: Divulgação))

A única batida de Stéphane Sarrazin na F1 (A única batida de Stéphane Sarrazin na F1 (Foto: Reprodução/Twitter))

"Mas eu também descobri que tem que chegar muito cedo para pegar bons lugares nos setores A e G – eu cheguei às 6h30 e já tinha uma fila enorme", lembrou, com bom humor.

O GP do Brasil deste ano acontece entre os dias 10, 11 e 12 de novembro e pode decidir o título da temporada 2017. Não perca esta grande corrida e adquira já seu ingresso.

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