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Conteúdo Especial

Um ano retumbante

Único programa de desenvolvimento de pilotos do Brasil, a Academia Shell Racing fecha 2017 com muitos motivos para comemorar: 39 vitórias, 71 pódios e 15 poles ao longo de uma temporada de muitas conquistas e grandes notícias no kartismo brasileiro e internacional, na Stock Car, Brasileiro de Turismo e Porsche Cup. Agora, a expectativa é de muito mais para 2018

Concebida há quase três anos, a Academia Shell Racing alcançou definitivamente um status de maturidade ao longo da temporada 2017 e provou ser um projeto vencedor dentro e fora das pistas. Nascido com o propósito de desenvolver novos talentos, o único programa de formação de pilotos do automobilismo brasileiro alcançou grandes coisas por onde esteve. Ao todo, foram nada menos que cinco títulos conquistados, todos no kartismo — o grande berço do automobilismo — e triunfos em competições como o Brasileiro e Europeu de Kart, Brasileiro de Turismo, Stock Car e Porsche GT3 Cup.

Ao todo, a Academia Shell Racing conquistou nada menos que 39 vitórias, 71 pódios e 15 poles em 2017. Todos os seus pilotos tiveram o gosto de subir no topo do pódio ao menos uma vez na temporada. Motivo de festa para Gianluca Petecof, Felipe Baptista, Diego Ramos, Gaetano di Mauro, Vitor Baptista, Lico Kaesemodel, Dennis Dirani, Átila Abreu e Ricardo Zonta.

Motivo de muitas comemorações também para Vicente Sfeir. Grande idealizador da Academia Shell Racing e um apaixonado pelo automobilismo, o gerente de motorsport e patrocínio da Raízen, empresa responsável pela marca Shell no Brasil, falou ao GRANDE PREMIUM sobre o êxito do projeto em um 2017 vitorioso.

“Foi um ano de muitas conquistas, de muitas realizações. Muita expectativa para o ano que vem, mas com a certeza de que estamos no caminho certo com o único programa de desenvolvimento de pilotos aqui no Brasil”, avalia o executivo.

“Foi um ano espetacular da Academia. A gente vem colhendo frutos de muito trabalho, muita dedicação, muito empenho, dificuldades, mas a gente tem conseguido colher os melhores frutos que o nosso automobilismo tem”, destaca Vicente, feliz pelo fato de o projeto da Academia Shell Racing conseguir cumprir seus objetivos desde o kartismo, o grande nascedouro de talentos do automobilismo.

Vitórias, títulos, sonhos e esperança
 

Uma das grandes iniciativas da Academia Shell Racing foi o apoio à Escola de Kart KGV. O projeto, em conjunto com Felipe Giaffone, responsável pelo Kartódromo da Granja Viana, foi inspirado no programa francês da FFSA (Federação Francesa de Automobilismo) e focado em fomentar o esporte a motor às crianças, inclusive as mais carentes, apresentando o universo das corridas com os primeiros conceitos do que é o automobilismo.

“Tivemos a conclusão do primeiro ano da Escolinha de Kart, uma iniciativa que a gente criou para proporcionar o primeiro contato de crianças entre 6 e 11 anos com o automobilismo. Um projeto em conjunto com o Kart Clube da Granja Viana e com o Felipe Giaffone e que tem como grande meta fomentar o esporte, mostrar para as crianças o que é o automobilismo”, explica Vicente.

“O programa contou com 25% dessas crianças vindas de classes desfavorecidas para que a gente pudesse quebrar um pouco o paradigma de que é um esporte elitizado. Realmente, o automobilismo é um esporte mais caro se for comparado com o futebol, por exemplo, mas pela necessidade das ferramentas que você precisa para competir. Mas a ideia era trazer para dentro do kartódromo crianças de 6 a 11 anos, de diferentes classes sociais e passar esse primeiro contato com o automobilismo. A gente concluiu esse projeto em junho e tivemos um evento de confraternização com pilotos como Tony Kanaan, Luciano Burti. E na aula final nós conseguimos a presença do Diego Ramos e do Felipe Baptista, que pouco antes tinham conquistado o título e vice, respectivamente, do Brasileiro de Kart. Então foi bem interessante”, destaca Sfeir.
 

(Jackson de Souza)

O kartismo deu grandes alegrias à Academia Shell Racing ao longo de 2017. Diego Ramos e Felipe Baptista foram os grandes campeões do ano e compartilharam dobradinhas nas principais competições do ano no país na categoria Júnior. No Brasileiro de Kart, disputado em julho no Kartódromo do Parque Beto Carrero, Santa Catarina, Ramos foi o grande campeão, enquanto Baptista foi o vice. O resultado foi repetido à risca meses depois, em outubro, quando Diego faturou o título da Copa Brasil de Kart em Conde, na Paraíba, com Felipe logo atrás.

Destaque, também, para a incrível conquista do tetracampeonato brasileiro de kart de Gaetano di Mauro na classe Shifter, que também teve a participação do multicampeão Dennis Dirani. Gaetano, em meio à participação no Brasileiro de Turismo, brilhou na categoria dos karts com marcha e foi dominante ao vencer todas as baterias classificatórias e liderar todas as voltas da grande final para festejar o tetra.

Nova dobradinha, mas desta vez com Felipe Baptista no topo do pódio, marcou o desfecho da Copa SP Light de Kart, que foi disputada no Kartódromo da Aldeia da Serra, em Barueri. Felipe também teve outro grande motivo para comemorar em 2017: a conquista do título do seu primeiro Brasileiro de Kart na classe Sudam Júnior. Uma conquista que veio na esteira de um convite de última hora para participar da segunda fase do campeonato dias após ter alcançado o vice na Júnior. 

Felipe Baptista e Diego Ramos deram muitos títulos à Academia Shell Racing em 2017

Definitivamente, foi um grande 2017 para a dupla, comenta Vicente. “Com o Felipe Baptista e o Diego Ramos foi um ano espetacular. Foram 14 vitórias do Felipe, dez do Diego, inúmeras poles e, consequentemente, inúmeras dobradinhas. Eles dominaram todos os campeonatos que participaram e foram também campeão e vice do Brasileiro”.

“Com certeza, é o resultado de um trabalho de gestão de carreira, de direcionamentos e como representar grandes marcas, no caso a Shell. Sobre como se comportar nas pistas, nas entrevistas… então é um trabalho completo que a gente faz, dentro e fora das pistas, e esses meninos conseguiram superar os resultados esperados pelo nível de performance que tiveram”, comemora.
 

Gianluca Petecof viveu um ano de ouro, se despediu do kart e agora é membro da Academia da Ferrari (José Mário Dias/Shell Racing)

A preparação de uma estrela
 

Mais jovem campeão brasileiro de kart na Júnior Menor e dono de um currículo respeitável com títulos conquistados no Brasil e também no exterior, Gianluca Petecof viveu um ano de sonho em 2017. Depois de liderar a grande final do Mundial de Kart de 2016 no Bahrein e terminar em uma ótima quinta posição na OK-Júnior, o paulista fez sua primeira temporada completa na Europa. Com o apoio da Academia Shell Racing, Gianluca migrou para a categoria OK, a elite do kart mundial, fechou contrato para ser piloto de fábrica da lendária Tony Kart, a mais tradicional equipe da modalidade no mundo, e garantiu também um intercâmbio com a Academia de Pilotos da Ferrari.

Mesmo com 14 anos, Petecof disputou corridas contra rivais até seis anos mais velhos que ele. E mesmo assim, conquistou resultados relevantes, como a vitória em uma bateria classificatória na etapa do Europeu em Sarno, na Itália, e a pole-position no kartódromo da icônica Le Mans, na França. Antes de voltar para a Europa para o desfecho do campeonato, Gianluca esteve no seu país-natal para disputar o Brasileiro de Kart, pela primeira vez na categoria Sudam Graduados. E o menino de ouro fez muito bonito.

Depois de lidar com problemas nas baterias classificatórias, Petecof conseguiu um bom nono lugar no grid de largada formado por nada menos que 33 pilotos. Ao longo da grande final, Gianluca foi escalando o pelotão até chegar à liderança da prova, com direito a uma incrível ultrapassagem dupla. Mas quando estava a cinco voltas de alcançar um incrível título, o jovem de 14 anos foi acertado por um adversário e teve de abandonar. Mas por todas as circunstâncias, é possível dizer que ele foi o ‘campeão moral’ daquele certame.

De volta ao Velho Mundo, Gianluca encerrou sua participação no Europeu e seguiu para a Inglaterra para a disputa do seu primeiro Mundial de Kart na categoria OK. Com a grande responsabilidade de representar a Academia Shell Racing e a Tony Kart, Petecof fez bonito mais uma vez e terminou na sexta colocação dentre um grid formado por 32 pilotos, muitos deles campeões europeus e mundiais. Com 14 anos à época, Gianluca foi o jovem mais bem colocado na final do Mundial. O campeão, Danny Keirle, tem 20.

“Foi o primeiro ano do Petecof correndo 100% do tempo na Europa. A gente conseguiu uma vaga na Tony Kart, que é a equipe de maior tradição do kartismo mundial. Então ele foi piloto de fábrica da Tony, logo como parceiro da Academia de Pilotos da Ferrari e participando dos campeonatos da WSK, do Europeu de Kart e o Mundial. E por ser o primeiro ano na OK, que é a categoria de elite do kartismo, disputando o ano inteiro contra campeões europeus e mundiais. E nós obtivemos nossos resultados e tivemos metas atingidas”, destaca Vicente.

“Ele conquistou pole, vitórias em etapas classificatórias, e fomos para o Mundial da Inglaterra com a expectativa de sermos competitivos. Ele vinha de um quinto lugar no Mundial Bahrein, onde ele largou em terceiro e chegou a liderar a prova na Júnior. Mas na OK a gente sabia que o desafio era enorme. E mesmo assim, a gente construiu o resultado com disciplina, performance e, com certeza, fomos retribuídos com o sexto lugar no Mundial”, afirma.

A ótima impressão deixada por Gianluca na Inglaterra fez com que a Ferrari, sonho de todo piloto de automobilismo, o convidasse para fazer parte da cobiçada Academia de Pilotos. Agora, Petecof, elogiado por ninguém menos que Sebastian Vettel, tem um plano de carreira devidamente traçado para, num projeto de longo prazo, chegar ao grid do Mundial de F1. O começo da transição para os monopostos vai acontecer na próxima temporada. De contrato assinado com a Prema Powerteam, Gianluca vai disputar as temporadas da F4 Alemã e Italiana.

“Após o Mundial, ele foi convidado para fazer um campus de três dias na Ferrari, em Maranello, e esse foi o momento principal da nossa decisão de migrar para os carros. Os testes foram já no F4 junto com outros participantes do Italiano e o vice-campeão mundial de kart, o David Vidales. O Gianluca teve uma performance que surpreendeu, e a Ferrari formalizou o convite para ele fazer parte do programa, desenvolveu um plano de carreira para os próximos cinco anos, e a gente abraçou esse plano de carreira profissional”, detalha Sfeir.

“Com o respaldo da Ferrari, quem sabe daqui a alguns anos a gente possa ter um piloto brasileiro na F1, mas de forma competitiva, com uma carreira consolidada e podendo trazer resultados e muitas alegrias ao público brasileiro”, completa Vicente, com a certeza de que está diante de um diamante prestes a ser lapidado pela maior e mais lendária equipe do automobilismo.
 

(Manuela Nicoletti – Foto Formula K )

Gaetano di Mauro e Vitor Baptista representaram a Academia Shell Racing no Brasileiro de Turismo (José Mário Dias/Shell Racing)

Shell Racing deixa sua marca no Brasileiro de Turismo
 

A Academia Shell Racing veio com nova formação para a disputa da categoria de acesso à Stock Car em 2017. Em parceria com a W2, Gaetano di Mauro fez toda a temporada e foi um dos protagonistas do campeonato, sendo inclusive o piloto que mais venceu corridas. E Vitor Baptista se uniu à Academia Shell Racing a partir da etapa de Curitiba e fez nove provas, com destaque para a vitória em Londrina, além de outros dois pódios.

Pode-se dizer que, com uma dupla renovada, a Academia Shell Racing conseguiu mostrar novamente seu valor na formação de pilotos. Tanto Gaetano como Baptista fizeram seu primeiro ano como parte do projeto em 2017 e não decepcionaram. Di Mauro foi também o piloto que mais conquistou pódios, 12. Entretanto, o lastro de performance, que era implementado nos carros dos quatro primeiros do campeonato a cada etapa, tornou a vida de Gaetano muito mais difícil e, em praticamente todas as etapas, o jovem teve de correr com o carro muito mais pesado que o dos rivais, como lembra Vicente Sfeir.

“No Brasileiro de Turismo, tivemos o Gaetano di Mauro durante a temporada inteira no primeiro ano, estreando com vitória. Obviamente que faz parte do jogo, mas o regulamento previa um lastro de acordo com a posição do campeonato, e esse lastro era um pouquinho pesado para que esse piloto conseguisse uma diferenciação grande entre os demais pilotos. E a gente teve essa diferenciação mascarada um pouco pelo lastro”, comenta.

“Mas a gente teve um ano de aprendizado no Brasileiro de Turismo, com acertos e erros, e era esse o plano. Um plano de um ano de adaptação, que foi realizado com louvor. Na última etapa, sem o lastro, foi uma pena ele não estar na briga de forma real pelo título, apenas matematicamente, ele liderou todos os treinos, fez a pole e venceu a corrida. Então agora a gente vai para o segundo ano com uma meta bem definida, que é o título”, diz o gerente de motorsport e patrocínio da Raízen.

A expectativa para a temporada 2018 é que um regulamento que favoreça a performance. O ano que vem vai marcar o retorno da Stock Light, sucessora do Brasileiro de Turismo, e tal mudança vem para reforçar ainda mais o caráter de formadora de pilotos para a principal categoria do automobilismo brasileiro.

“O Gaetano vai ter toda uma estrutura de ponta necessária para isso e, com o regulamento novo que vai acabar com o sistema de lastro, vamos conseguir ter, agora na Stock Light, uma categoria de desenvolvimento de talentos para a Stock Car, e lá vamos conseguir medir realmente o potencial dos pilotos que vão estar lá batendo à porta da Stock Car”, salienta Sfeir, que também fez uma análise da temporada de Baptista, que voltou para o Brasil após correr nos dois últimos anos no automobilismo europeu.

“Na segunda metade do campeonato a gente teve a presença do Vitor Baptista. Ele participou de algumas etapas como piloto da Shell, conquistou uma vitória e fez com que nove dos nossos nove pilotos conquistassem ao menos uma vitória ao longo de 2017”, pontua.
 

(José Mário Dias/Shell Racing)

Uma transição vitoriosa na Stock Car
 

A Shell Racing optou por contar com uma estrutura nova na temporada 2017 da Stock Car. Manteve Átila Abreu e Ricardo Zonta por acreditar no potencial, talento e experiência da dupla, mas seguiu os rumos de Americana, interior de São Paulo, para unir forças com Thiago Meneghel, que havia liderado uma grande campanha no ano passado. A união entre a TMG Motorsport, a Shell Racing, bem como Átila e Zonta trouxe grandes frutos em um ano pra lá de vencedor.

Durante a temporada, a TMG/Shell Racing teve muitos motivos para comemorar. Ao todo, foram cinco vitórias na pista, sendo três com Ricardo Zonta — uma delas, retirada após punição na etapa de Tarumã — e outras duas com Átila. Foram momentos importantes e especiais, como a dobradinha logo na etapa de abertura, em Goiânia, que marcou o início de uma aliança que renderia muitos frutos.

A TMG/Shell Racing fechou o campeonato como a terceira entre as equipes. Átila foi o quarto entre os pilotos, enquanto Zonta terminou em 11º. Foi a melhor temporada tanto da TMG como também da Shell Racing na Stock Car. No fim das contas, fica a certeza de que tudo valeu a pena. E valeu tanto a pena que antes mesmo do fim da temporada a aliança foi reforçada com a renovação de contrato com Átila e Zonta. E a certeza de que a TMG/Shell Racing está no caminho certo visando voos mais altos em 2018.

Em Goiânia, Zonta e Átila alcançaram uma dobradinha emocionante na abertura da temporada (José Mário Dias/Shell Racing)

Vicente Sfeir avalia a temporada 2017 da Stock Car como positiva. “Tivemos um ano de muitas mudanças. Decidimos mudar todo nosso staff técnico para a TMG. Uma equipe que já conhecia o Átila Abreu, mas que ainda não conhecia o Ricardo Zonta. Então a gente tinha uma expectativa grande de performance e uma pressão muito grande por resultados porque não vínhamos de um ano tão bom. E a gente teve um alívio com a dobradinha na primeira etapa”.

“Tivemos, na pista, cinco vitórias, sendo três do Zonta e duas do Átila; tivemos pole-position do Átila e a presença de nossos pilotos em alguns Q3. Isso mostra a evolução de técnica, de performance e, principalmente, a ferramenta que a gente tem em mãos para poder disputar um campeonato. Chegamos à última etapa podendo ser campeões entre as equipes e vice de pilotos com o Átila. Não tivemos uma boa performance, mas vale um ponto de alerta principalmente para a gente seguir trabalhando forte no desenvolvimento. Tivemos um segundo semestre muito, muito bom de performance. Acho que nossos carros só perdiam para os da Eurofarma quanto à performance. Agora vamos para 2018 com o objetivo de sermos campeões de equipes e pilotos. Vamos brigar muito por isso”, complementa.

 

Por fim, a Shell Racing teve um ano em que ficou bem perto do título na Endurance Series da Porsche GT3 Cup. Lico Kaesemodel, que foi campeão da Sprint na temporada passada, venceu no Velo Città e fechou em quarto neste ano. Mas ao lado de Zonta, formou uma dupla que só não alcançou a taça das provas de longa duração por conta de uma punição na etapa de Interlagos. Fica a expectativa, porém, para um 2018 ainda mais forte diante de uma categoria que se fortalece mais a cada dia.

“Quanto à Porsche Cup, nós viemos de um título conquistado pelo Lico em 2016, então tínhamos a expectativa de manter a performance. Ao longo do ano, ele não conseguiu o resultado esperado e acabou como quarto colocado na Sprint, conquistando vitórias. No Endurance, tivemos a chance de conquistar o título, terminamos como vice-campeões. Tivemos um problema na última etapa com uma punição que nos tirou a chance de sermos campeões, mas com certeza vamos estar bem fortes no ano que vem na Porsche Cup”, encerra Vicente.

Por si só, o projeto da Academia Shell Racing é louvável porque traz a proposta de investir de maneira forte e sustentável no automobilismo brasileiro, sobretudo na formação de novos talentos. Grandes frutos foram colhidos e comemorados em 2017, um ano absolutamente vencedor e de muitas lições. A caminho da próxima temporada, a certeza é uma só: há muito mais por vir.

E que venha um feliz e ainda mais vitorioso 2018!
 

(Luca Bassani)

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