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O semáforo definitivo da Academia Shell Racing em 2019

O término da temporada 2019 das competições oficiais para a Academia Shell Racing leva Vicente Sfeir a fazer um balanço do desempenho geral das categorias em que a principal patrocinadora do automobilismo brasileiro esteve envolvida. De modo geral, sinal verde apenas para os irmãos Vitor e Felipe Baptista na Porsche Carrera Cup

Com o desfecho das temporadas da Stock Car e da Stock Light no último fim de semana, é chegada a hora de a Academia Shell Racing fazer um balanço e uma análise do que foi 2019 como um todo. Um ano de grandes investimentos em várias frentes, ampliando a participação da maior patrocinadora do automobilismo brasileiro nas pistas do país e também do exterior.

O projeto, que nasceu em 2015 para ser o principal desenvolvedor de jovens talentos do esporte a motor nacional, viveu nesta temporada seu ano mais difícil. Títulos vieram, como a conquista do Brasileiro de Kart para Lucas Staico, na classe Júnior, e para Gaetano di Mauro, na KZ Graduados. Os grandes destaques como um todo foram os irmãos Vitor e Felipe Baptista, que brilharam na Porsche Carrera Cup nas classes 4.0 e 3.8, respectivamente. Felipe somou o maior número de pontos, mas terminou como vice-campeão pelos critérios de desempate.

E Vitor só não ficou com a taça porque priorizou a disputa do Junior Program, na Europa. De volta ao Brasil, o Baptista mais velho correu ao lado do luso Filipe Albuquerque e conquistou a vitória na principal prova do ano na categoria, os 500 Km de Interlagos, no fim de novembro.

Gianluca Petecof, no seu segundo ano correndo na F4, na Alemanha e na Itália, teve um primeiro semestre muito forte, mas teve queda de desempenho na segunda metade do campeonato e terminou como vice-campeão no campeonato italiano da categoria.

A temporada 2019 também marcou o aumento da presença da marca na Stock Car e na Stock Light. Na principal categoria do automobilismo brasileiro, a Shell passou a ter quatro carros, em duas equipes distintas: Átila Abreu e Ricardo Zonta, na Shell V-Power/TMG, e viu as chegadas de Di Mauro e Galid Osman, que fizeram dupla na Shell Helix Ultra/Full Time Bassani.

Contudo, foi um ano de poucos motivos para comemorar — como a vitória de Átila em Cascavel —, mas de muitos problemas, punições, queda de performance e o grave acidente que tirou Abreu das três primeiras corridas do ano.

O mesmo pode-se dizer a respeito da Light. Raphael Reis, campeão do ano passado, nem de longe conseguiu a mesma performance, enfrentando muitos problemas de motor. Diego Ramos, no seu primeiro ano completo na categoria de acesso, foi o terceiro colocado entre os novatos.

No kartismo, a Academia Shell Racing renovou seu line-up de pilotos e trouxe muita gente nova. Staico, Richard Annunziata e Aurélia Nobels, a primeira mulher a fazer parte do projeto nas pistas, com Dennis Dirani, Gaetano di Mauro e Felipe Baptista competindo de forma esporádica. Mas o resultado global como um todo

Vicente Sfeir, gerente de patrocínios e esportes a motor da Raízen, empresa responsável pela marca Shell no Brasil, descreve ao GRANDE PREMIUM o que a Academia Shell Racing entregou nesta temporada. O resultado final como um todo, com exceção dos irmãos Baptista na Porsche Carrera Cup, não é avaliado de maneira positiva pelo executivo.

“Infelizmente, 2019 foi o pior ano da Academia de Pilotos desde seu início. A gente espera aprender com os erros, entender onde são os pontos de desenvolvimento para que 2020 seja o ano da virada, o ano em que a gente finalmente lidere um campeonato, finalmente chegue a uma última etapa brigando por título, que a gente consiga resultados com os pilotos que estão nas categorias de base. Vai ser um ano de muitas mudanças, mas a gente tem, agora, aprender com os erros para que a marca Shell volte a performar e volte a ocupar o lugar que ela merece”, diz Sfeir.

(Fotos: José Mário Dias, Luca Bassani, Bruno Gorski, Eni Alves, Prema Powerteam)

Vitor Baptista, 21 anos
Porsche Carrera Cup 4.0 – quarto colocado, 154 pontos

Felipe Baptista, 16 anos
Porsche Carrera Cup 3.8 – vice-campeão, 196 pontos

Definitivamente, 2019 foi muito bom para os irmãos Vitor e Felipe Baptista. O mais velho foi uma das novidades da temporada no elenco da Academia Shell Racing e chegou com o título da classe 3.8 da Porsche Carrera Cup, obtido no ano passado. E como prova de que o talento muitas vezes é de família, seu irmão, Felipe Baptista — já um veterano da Academia —, fez um ano brilhante na sua estreia correndo de carro na sempre difícil transição depois da saída do kartismo.

Os dois irmãos foram os protagonistas do campeonato Sprint. Vitor foi o mais consistente ao longo do ano na 4.0, faturou três vitórias e tinha todas as credenciais para conquistar mais um título. Baptista, inclusive, fechou a etapa de Goiânia como líder do campeonato, posição que o classificou para a disputa do Shootout do Junior Program, o programa global de desenvolvimento de jovens pilotos da Porsche.

Era a grande chance de Vitor, fazer parte de um projeto internacional de uma das marcas mais importantes do esporte a motor. Só que o fim de semana do processo seletivo, realizado no Algarve, em Portugal, estava marcado para o mesmo fim de semana da etapa decisiva da Porsche Cup, em Interlagos, como evento suporte do GP do Brasil de F1. Com o apoio da Academia Shell Racing, Vitor optou por buscar o sonho de dois anos e cruzou o Atlântico, abrindo assim mão de lutar pelo título no Brasil.

Vitor acabou não sendo escolhido — o selecionado foi o turco Ayhancan Güven —, mas acumulou experiência preciosa. Na volta, Baptista ainda alcançou a vitória na prova mais importante do ano na Porsche Cup: ao lado de Filipe Albuquerque, Vitor triunfou nos 500 Km de Interlagos, em prova válida pela Porsche Endurance Series.

Felipe Baptista também foi incrível no seu primeiro ano correndo de turismo. O jovem de 16 anos fez história ao ser o mais jovem piloto a triunfar em uma corrida de GT em todo o mundo.

Ao todo, foram nada menos que cinco vitórias na classe 3.8 e a luta pelo título até a última etapa. Mesmo tendo somado o maior número de pontos, o mais jovem dos Baptista acabou sendo superado por conta do regulamento, que previa o descarte dos piores resultados. Assim, Felipe terminou como vice-campeão. Um resultado honroso e que, no fim das contas, mostrou todo o seu potencial.

Vale citar, também, o trabalho feito por Átila Abreu, membro da Academia Shell Racing, que alcançou o título da Porsche Endurance Series ao lado de Leo Sanchez na classe 3.8. O sorocabano alcançou o título logo no seu primeiro ano correndo na categoria.

Assim, a avaliação feita por Vicente Sfeir sobre o desempenho dos irmãos Baptista em 2019 é bastante positiva. “Os dois pilotos performaram muito bem durante o ano. O Felipe começou sendo o piloto mais jovem do mundo a vencer uma corrida de GT e, no segundo semestre, evoluiu demais, com muita velocidade, muita agressividade, conquistando poles e vitórias e terminando o ano como o maior pontuador do campeonato. Mas, pelos critérios de descarte, acabou como vice-campeão. Mas foi um ótimo resultado para um primeiro ano nos carros de turismo”, destaca.

“O Vitor Baptista, pela experiência e velocidade, era esperado que fosse o campeão da temporada. Ele só não o foi porque, na etapa final, em que ele disputava o título, demos prioridade para que ele disputasse a final do Junior Program em Portugal, no qual é o objetivo principal da academia, o desenvolvimento de jovens pilotos para que eles atinjam as categorias principais e se profissionalizem. Alcançamos o objetivo e optamos por não participar da última etapa porque, para nós, já era a conclusão do projeto”, avalia o executivo.
 

Gianluca Petecof fechou a F4 Italiana como vice-campeão (Gianluca Petecof (Foto: Prema Powerteam))

Gianluca Petecof, 17 anos
F4 Italiana – vice-campeão, 4 vitórias
F4 Alemã – quinto colocado, 1 vitória

Em seu segundo ano correndo nas F4 Italiana e Alemã, Gianluca Petecof tinha o mesmo objetivo da Academia Shell Racing: buscar os dois títulos em disputa. A expectativa era que, com uma maior experiência na categoria e o maior conhecimento das pistas do calendário e também do carro, o brasileiro fosse o protagonista dos campeonatos.

O primeiro semestre de Petecof foi positivo, sendo avaliado com sinal verde pela Academia Shell Racing. Com três vitórias na F4 Italiana e a liderança do campeonato, além do triunfo na etapa inaugural da F4 Alemã, em Oschersleben, Gianluca despontava para, pelo menos, faturar um título ao fim de 2019.

Mas o jogo virou, e de forma bastante desfavorável, ao brasileiro a partir da segunda metade do ano. Sua última vitória no campeonato aconteceu de forma marcante, em 7 de julho, na esteira de grande batalha travada contra o norueguês Dennis Hauger em Hungaroring. O placar apontava 155 para Petecof, líder com folga na temporada, contra 112 de Hauger.

Só que a ascensão de Dennis na sequência do campeonato contrastou com uma queda brusca na performance do brasileiro. E isso fica refletido nos resultados: nas 13 corridas seguintes, Hauger venceu nada menos que nove provas, contra nenhuma de Gianluca, somando assim 233 pontos apenas neste período, já desconsiderando os descartes. Petecof, no restante do campeonato, não venceu mais e acumulou um total de apenas 78 tentos. O placar final da F4 Italiana foi de 369 para Hauger, contra apenas 233 para Gianluca.

Assim, Vicente Sfeir justifica a mudança da sua avaliação feita no primeiro semestre para um alerta emitido neste fim de temporada.

“Até raro você sinalizar um sinal amarelo para um vice-campeonato. Mas a forma como foi conquistado o vice-campeonato faz com que ele descesse de verde para amarelo porque, na metade do ano, éramos os líderes do campeonato com 50 pontos de vantagem, e conseguimos na segunda metade do campeonato não só perder a liderança, mas também perder o campeonato por uma diferença grande de pontos. Houve uma diminuição de performance no segundo semestre, uma necessidade de rever alguns pontos de desenvolvimento. Mas a F4 considero que a gente ficou com o sinal amarelo”, diz.

Lucas Staico obteve um dos títulos para a Academia Shell Racing em 2019 (Lucas Staico conquistou o título brasileiro da Júnior (Foto: Eni Alves))

Aurélia Nobels, 12 anos, Júnior Menor
Lucas Staico, 14 anos, Júnior – Campeão Brasileiro – Júnior
Gabriel Crepaldi, 15 anos, Graduados
Richard Annunziata, 17 anos, Graduados
Gaetano di Mauro, 22 anos, Campeão Brasileiro – KZ Graduados
Dennis Dirani, 32 anos, Vice-campeão Brasileiro – Sênior

O elenco da Academia Shell Racing para o kartismo sofreu uma grande reformulação para a temporada 2019. Dentre os pilotos regulares, ficou apenas Gabriel Crepaldi. O jovem de Birigui teve como novos companheiros de equipe Aurélia Nobels, Lucas Staico e Richard Annunziata.

Donos de amplo cartel de vitórias e títulos, Gaetano di Mauro, Dennis Dirani atuaram no Brasileiro de Kart, em Cascavel, assim como Diego Ramos. E Felipe Baptista participou da última etapa da Copa SP Light de Kart, em Interlagos, como preparação para a disputa das 500 Milhas de Kart da Granja Viana, no próximo fim de semana.

Os grandes momentos da Academia Shell Racing no kartismo neste ano foram os títulos nacionais de Staico, na Júnior, e o pentacampeonato de Gaetano di Mauro na KZ Graduados — antiga Shifter. Mas, de forma geral, o sinal vermelho avaliado no primeiro semestre se manteve na sequência de 2019.

“Este foi o nosso pior ano, considerando desde o início da Academia. Tivemos um resultado de destaque, que foi o título de Campeão Brasileiro para o Lucas Staico. Mas, no geral, a gente não conseguiu atingir os resultados esperados. Era uma turma nova e, consequentemente, uma dificuldade de manter o nível de performance que a gente teria esse ano. Mas considerando que o kartismo brasileiro não está no melhor momento, com as categorias em um nível de competitividade não tão alto, você não conseguir os resultados mínimos esperados é muito frustrante. Então, considero que, no kart, a gente fica com o sinal vermelho”, avalia Vicente Sfeir.

O desempenho na Stock Light foi abaixo do esperado para Vicente Sfeir (Raphael Reis e Diego Ramos, a equipe da Academia Shell Racing na Stock Light (Foto: José Mário Dias))

Diego Ramos, 17 anos
11º no campeonato (3º entre os estreantes), 162 pontos

Raphael Reis, 26 anos
14º no campeonato, 2 pódios, 113 pontos

Impulsionada pelo título conquistado em 2018 por Raphael Reis, a Shell dobrou seu investimento na Stock Light e encaixou um segundo carro full-time para a disputa da temporada deste ano. Depois de um ano de estreia no turismo e de desenvolvimento na Sprint Race, Diego Ramos foi promovido para a categoria de acesso para formar dupla com Reis na Shell/W2.

Em que pese o noviciado de Ramos na Stock Light, foi uma temporada considerada difícil por Vicente Sfeir. Mesmo assim, o piloto conseguiu algum destaque, a ponto de terminar à frente do companheiro de equipe e campeão do ano passado, fechando 2019 com o top-3 entre os rookies.

Para Reis, pode-se dizer que 2019 foi um ano quase desastroso. No fim da temporada, o brasiliense descreveu a temporada como a mais difícil da carreira. Muito por conta dos problemas de déficit de potência do motor, algo alegado pelo piloto desde o início da temporada. Depois de um primeiro semestre ok, com duas presenças no pódio, o melhor resultado de Reis na sequência da temporada foi o oitavo lugar na primeira corrida da etapa de São Paulo que serviu como prévia da Corrida do Milhão da Stock Car.

 “Foi um ano em que a gente começou com o campeão da temporada anterior, Raphael Reis, e com um jovem talento da Sprint Race, o Diego Ramos. O primeiro semestre foi um período de desenvolvimento, mas no segundo semestre nem o Raphinha e nem o Diego conseguiram entregar os mínimos resultados e ficou muito, muito abaixo da expectativa”, aponta Vicente Sfeir.

“Um pouquinho de falta de equipamento, um pouquinho de falta de sorte também, pelo envolvimento em confusões, sem aproveitar as brechas do regulamento para sair do fim de semana com bons pontos, como a inversão do grid. Mas, olhando para o contexto geral, a gente não teve, em nenhum momento do ano, performance para brigar por uma pole, para vencer uma corrida, nem aproveitar a inversão de grid. Olhando para esse cenário, considero um sinal vermelho”, salienta.

Átila Abreu faturou a única vitória da Shell em 2019 na Stock Car (Átila Abreu (José Mário Dias))

Átila Abreu, 32 anos
Equipe Shell V-Power, 12º no campeonato, 1 vitória, 164 pontos

Ricardo Zonta, 43 anos
Equipe Shell V-Power, 14º no campeonato, 1 pódio, 155 pontos

Galid Osman, 33 anos
Equipe Shell Helix Ultra, 16º no campeonato, 130 pontos

Gaetano di Mauro, 22 anos
Equipe Shell Helix Ultra, 19º no campeonato, 112 pontos

Se a primeira parte da temporada 2019 da Stock Car foi avaliada com sinal amarelo por Vicente Sfeir, o desfecho do campeonato ficou ainda mais abaixo que o esperado pelo responsável pela Academia Shell Racing.

2019 foi, de fato, um ano muito difícil para a Shell. Pela primeira vez, a marca contou com quatro carros no grid da Stock Car. A expectativa era que, com Átila Abreu e Ricardo Zonta na Shell V-Power/TMG e Gaetano di Mauro e Galid Osman — novidades para a temporada — com a Shell Helix Ultra/Full Time, fosse um ano muito mais positivo e competitivo do que foi ao longo do campeonato.

No primeiro semestre, os melhores momentos foram protagonizados por Zonta, que venceu a corrida 2 da etapa do Velo Città, mas teve seu triunfo retirado por conta de uma polêmica punição imposta pelos comissários de prova. Na prova seguinte, em Goiânia, o veterano foi declarado vencedor depois que Thiago Camilo, que levou o triunfo na pista, foi punido mais de cinco horas depois da bandeirada final por conta de uma queima de largada. Mas a decisão foi revertida, e Camilo conseguiu recuperar a vitória.

Mas o primeiro semestre também reservou um momento dramático: Átila Abreu sofreu o mais grave acidente da carreira ao perder o controle do seu carro durante a chuvosa classificação da etapa do Velopark, na abertura do campeonato, e bater no muro. Com o impacto, o sorocabano se lesionou e ficou fora não só da corrida 500 da Stock Car, mas também da rodada dupla no Velo Città, sendo substituído em Mogi Guaçu por Vitor Baptista.

Para a segunda metade do campeonato, Gaetano di Mauro, no seu primeiro ano na categoria, obteve seu melhor resultado ao finalizar em quarto lugar a corrida principal da etapa de Campo Grande. Mas tanto Di Mauro como Galid Osman enfrentaram uma sequência muito irregular, marcada por problemas de todos os tipos. Gaetano, por exemplo, enfrentou uma falha no câmbio na corrida derradeira do campeonato, em Interlagos, e praticamente não conseguiu correr. Galid, por sua vez, fechou a prova em décimo lugar depois de ter largado em 22º.

Átila, por sua vez, viveu uma rara alegria na Stock Car ao triunfar no seu circuito preferido: Cascavel. Foi a única vitória da Shell no ano e, para o sorocabano, a conquista o ajudou a subir no campeonato e terminar 2019, mesmo com três corridas a menos, como o melhor piloto da Academia na temporada.

Para 2020, a Shell optou por mudar a estratégia em relação à Stock Car. Vicente Sfeir manteve seus quatro pilotos para a próxima temporada, mas no esquema de alocar cada um em uma equipe diferente: Átila Abreu vai defender a Crown Racing, enquanto Ricardo Zonta, já confirmado como um dos pilotos da Toyota, vai correr pela RCM. Gaetano di Mauro vai para a Vogel, enquanto Galid Osman terá seu destino definitivo anunciado nos próximos dias.

Sfeir faz um balanço do desempenho da Shell como um todo na Stock Car em 2019 com uma avaliação que não é positiva.

“Infelizmente, considero sinal vermelho também para os nossos carros na Stock Car. No ano em que a gente virou a maior patrocinadora da categoria, com a presença de quatro carros, promoção de um jovem piloto — que era o Gaetano — para a categoria principal, a vinda do Galid… A gente tinha mais chances de performar, tendo mais carros, mas também mais trabalho para administrar”, explica.

“Então foi um ano muito, muito difícil de performance com os dois times, com os quatro carros. Um segundo semestre muito fraco com quebras, erros, falta de performance, e isso resultou em algumas medidas para a temporada 2020, que já vem sendo anunciadas nos últimos dias”, finaliza o responsável pela Academia Shell Racing, que já visa dias melhores e um ano novo verdadeiramente feliz para o principal programa de desenvolvimento de pilotos do Brasil.
 

(Galid Osman, Átila Abreu, Ricardo Zonta (Foto: José Mário Dias/Shell))

Vicente Sfeir projeta um 2020 mais positivo para a Academia Shell Racing (Vicente Sfeir (Foto: José Mário Dias))

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